Revista Locação 124

10 Endividamento e inadimplência – o maior endividamento significa recorrer mais ao crédito, o que por si só não é sinal negativo, esclarece Guilherme. “Há um aumento muito residual da inadimplência, nada que a gente não tenha visto no passado. As famílias estão tomando crédito e, de maneira geral, estão conseguindo quitar suas dívidas. Nesse sentido, a prosseguirem essas condições, o cenário para a economia será promissor. Em outras palavras, a inadimplência, nesse momento, está longe de ser um risco”, acrescenta Guilherme. Reforma tributária – a transição para o novo regime tributário já começa em 2026, mas muitas empresas ainda possuem dúvidas em relação a esse processo, que vai durar até 2033. É preciso ficar atento, pois a área de serviços passará a arcar com uma alíquota média de 28%, sem créditos a serem abatidos ao longo da cadeia de transações. “A capacidade contributiva do brasileiro já se esgotou. Empresas que adotaram o regime do Simples, por exemplo, não poderão ter mais impacto, sob o risco de não conseguirem sobreviver”, conclui o economista. Confira mais trechos da entrevista com o economista Guilherme Dietze no canal @ablabrasil no YouTube MERCADO SOFREU AJUSTES EM 2025 Crescimento continua sendo a tônica entre as locadoras, ainda que num ritmo menos acelerado Marco Aurélio: locadoras seguem como maiores clientes das montadoras Ao longo do ano passado, houve um ajuste importante no mercado de locação de veículos. Empresas do setor conseguiram reposicionar suas tarifas, o que contribuiu para que elas alcançassem ganhos no faturamento. Esse movimento foi importante para que as locadoras chegassem a 2026 com mais fôlego para continuarem na rota do crescimento, mesmo que a expansão este ano fique ligeiramente abaixo dos índices que o setor vem atingindo – na casa dos dois dígitos – nos últimos tempos. “É certo que teremos ainda obstáculos a serem contornados, como a taxa de juros elevada e o risco da inadimplência. O preço do 0:50 / 2:50 HD

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