Revista Locação 126

17 Com isso, a cultura de locação se fortalece. “Há uma mudança estrutural no comportamento das empresas. Cada vez mais, o veículo deixa de ser um ativo e passa a ser um serviço. A locação entra como uma solução para dar flexibilidade operacional, reduzir CAPEX e permitir ajustes rápidos de frota conforme a demanda”, afirma o empresário. Outro fator importante apontado por ele é o nítido processo de profissionalização do segmento de entregas, um mercado que historicamente era fragmentado e informal e que passou a ser atendido por operações mais estruturadas, com foco em eficiência, padronização e experiência do cliente. Luiz conta que o principal motor da demanda ainda é o cliente corporativo. “Pequenas e médias empresas têm protagonismo nesse segmento, especialmente em áreas como logística, varejo, manutenção, engenharia e serviços. Elas precisam de agilidade, previsibilidade de custos e flexibilidade contratual, que acompanhe seu ritmo de negócios”, acrescenta. Para o empresário, a tendência é de crescimento sustentado da demanda, principalmente em operações urbanas e de última milha. “Ao mesmo tempo, o setor deve evoluir em três frentes: digitalização da jornada do cliente, aumento da participação de contratos flexíveis e especialização das locadoras”, completa. Com sua experiência, Luiz aponta os modelos da Stellantis – como Fiat Scudo, Peugeot Expert e Citroën Jumpy – como boas opções, por oferecerem um equilíbrio muito eficiente entre capacidade de carga, consumo, dirigibilidade e custo operacional. Já os furgões maiores, como a Renault Master, continuam sendo referência em operações que demandam maior volumetria e capacidade de carga, especialmente em rotas mais estruturadas. Diárias para a locação por meio da Aluguevan ficam em torno de R$ 1.200. Maior tempo de locação proporciona menos custos por diária. A contratação pode ser feita por período de dias ou até mesmo meses, sob quilometragem controlada, de acordo com o pacote contratado.

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