Anuário da COMUNICAÇÃO CORPORATIVA | 2026

Anuário da COMUNICAÇÃO CORPORATIVA | 2026 209 Agência de marketing digital 100% focada em soluções de IA generativa A literatura empresarial registra vários casos de empreendedores punidos pela ousadia. É que sair na frente impõe desafios. E o principal é o mercado não estar pronto para a inovação, como ocorreu com Frederick Smith, cujo paper que daria origem à futura FedEx recebeu apenas um “C” de seu professor em Yale. De fato, antecipar tendências traz riscos, mas também reserva recompensas valiosas. Que o diga o Grupo RPMA, um dos primeiros a explorar todo o potencial da inteligência artificial. “Nós já nascemos com o DNA tecnológico”, diz Marcio Cavalieri, sócio e coCEO do Grupo RPMA. Segundo ele, um bom exemplo disso é que menos de seis meses após à chegada da IA generativa ao Brasil a RPMA lançou a agia, agência de marketing digital 100% focada em soluções de IA generativa. Mais que adicionar um componente positivo à reputação do Grupo, a aceleração da jornada no mundo da IA trouxe diferenciais competitivos, em um setor alicerçado no axioma time is money. “Os ganhos de produtividade têm sido expressivos, permitindo que entreguemos aos clientes resultados melhores, em prazos menores”, destaca Claudia Rondon, sócia e coCEO do Grupo RPMA. Segundo eles, as soluções digitais, em geral, e a IA, em particular, nunca foram encaradas como destino, mas como parte do processo de evolução de um grupo nascido em fevereiro de 2019, a partir da fusão da RP1 com a RMA. A primeira prova de fogo veio menos de um ano depois, com a chegada da Covid-19, enfrentada com relativa tranquilidade. “Antes mesmo dos efeitos da pandemia, já entendíamos que a digitalização não seria um diferencial, mas um fator de sobrevivência das empresas”, conta Cavalieri. Com isso em mente, a RPMA tratou de fazer o dever de casa. Criou um Guia de Uso, com parâmetros éticos e focados na proteção e confidencialidade de dados dos clientes; incorporou mais de 15 ferramentas de IA ao seu portfólio, todas testadas e certificadas, além de ter criado uma biblioteca de prompts (a Promptoteca), destinada a dar apoio a projetos mais robustos. Esse departamento é tocado por um engenheiro de dados. Nas empresas do Grupo, arsenal tecnológico tem sido sinônimo de agilidade no cumprimento de tarefas, no desenvolvimento de insights qualificados, na automatização de processos mecânicos (como a transcrição de vídeos) e, essencialmente, na construção de um ambiente ainda mais colaborativo. “Nosso crescimento deu-se a partir do conhecimento coletivo adquirido em processos contínuos de formação e aprimoramento da equipe. Com isso, todos os profissionais podem dedicar mais tempo a atividades estratégicas”, diz Claudia. Essa característica gera ganhos não apenas para os clientes como também para os próprios funcionários. Demissões? “Ao contrário, fizemos muitas promoções de colaboradores para o patamar sênior e mantivemos a contratação de estagiários, pois gostamos de formar talentos dentro de casa”. Claudia Rondon e Marcio Cavalieri, da RPMA: incorporação de mais de 15 ferramentas de IA ao portfólio e criação de biblioteca de prompts (a Promptoteca), destinada a dar apoio a projetos robustos

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